sábado, 28 de maio de 2011









O espetaculo , A comédia descoberta foi um grande achado para a Cia Ilustre de Teatro, companhia que sempre inova com simplicidade, e conquista o publico pela sua maneira diferente de fazer teatro em Imperatriz-Ma , se descobriu fazendo comédia e lotou o Ferreira Gullar todos os dias em que esteve em cartaz. Obrigado a quem esteve no Teatro, e pode rir conosco das piadas de nossos bastidores.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

Companhia Ilustre de Teatro estreia o espetáculo “A Comédia Descoberta”

O GRUPO FORMADO HÁ MAIS DE DEZ ANOS APRESENTA PARA O PÚBLICO UMA COMÉDIA INUSITADA

Com seis atores em cena, surpresas e efeitos visuais a Companhia Ilustre de Teatro estreia amanhã, 24, o espetáculo “A Comédia Descoberta”. A peça continuará em cartaz na quarta – feira, 25, e quinta – feira, 26, de maio, às 19h30, no teatro Ferreira Gullar.

O espetáculo é uma comédia que demonstra ao público tudo o que acontece de mais inusitado e divertido nos ensaios e bastidores de um espetáculo teatral. A peça revela que a fonte de toda comédia está nos assuntos corriqueiros da vida e que não há fronteiras entre os bastidores e palco.

A idéia do espetáculo surgiu a partir dos próprios ensaios do grupo. “Tudo de mais divertido e irreverente acontece em nossos ensaios e bastidores dos espetáculos, agora decidimos dividir com o público Imperatrizense”.

O grupo fundado a mais de dez anos pelo professor de língua portuguesa do CEFET, atual IFMA, Raimundo Pinho Gondinho, oferece aos jovens da cidade de Imperatriz e suas adjacências oficinas de teatro com leituras dramáticas, seminários, pesquisas e montagens de peças teatrais.


terça-feira, 17 de maio de 2011

A COMÉDIA DESCOBERTA





A Cia. Ilustre de Teatro apresentam na próxima terça-feira, (24), o espetáculo A Comédia Descoberta. A peça continuará em cartaz na quarta-feira (25) e quinta-feira (26). As apresentações vão ser realizadas às 19h30, no Teatro Ferreira Gullar.

A peça é uma comédia da vida privada que apresenta ao público de Imperatriz os bastidores de um espetáculo teatral. Com seis atores em cena: Adriano Pereira, Cairo Morais, Henrique Celso, Mardone Gonçalves, Marcelo Bitar e Thercyo Yassuo. A Comédia Descoberta, revela que não há fronteiras entre bastidores e palco e que a fonte de toda comédia está nos assuntos corriqueiros da vida.

Pra que existe a comédia senão para rirmos de nós mesmos? O grande trunfo que nos acode é que cada um no seu canto faz chacota e maldiz de tudo que ouve e vê. Mas fique ligado, porque a sua piada pode ser o grande motivo da próxima piada. De repente você pode pensar que não, mas está todo mundo sempre de olho naquelas suas escorregadelas. E de uma coisa niguém duvide: seja em meio às extravagâncias dos abastados ou na áspera rotina dos desgraçados, seja sabido, ignorante, demagogo ou desinformado, todo mundo encena! Como nesta peça: todo mundo em cena. O espetáculo desnuda a “comédia” latente de uma genuína peça onde não há fronteiras entre bastidores e palco, revelando que a fonte de toda a comédia está no ridículo da castidade fingida, do ilusório decoro e da hipócrita decência social.


Você é daqueles que estão sempre de olho nas comédias da vida privada?



Fotos e Designer : Karla Nascimento
Assessoria de comunicação: Stepheson Souza e Allana Cristina

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Histórias Fabulosas - Cia Ilustre de Teatro

CARAS PARA USAREM MASCARAS

A Cia Ilustre reunida para leituras e pesquisas teatrais
Segundo historiadores o teatro surgiu na Grécia, há aproximadamente 2.500 anos, originário das festas realizadas em homenagem ao deus Dionísio, deus do vinho, e da fertilidade, surgindo de um fato inusitado quando um participante desse ritual sagrado resolve vestir uma máscara humana, ornada com cachos de uvas, sobe em seu tablado em praça pública e diz: “Eu sou Dionísio!”. Todos ficam espantados com a coragem deste ser humano colocar-se no lugar de um deus, ou melhor, fingir ser um deus, coisa que até então não havia acontecido, pois um deus era para ser louvado, era um ser intocável. Este homem chamava-se Téspis, considerado o primeiro ator da história do teatro ocidental e Dionísio passou a ser conhecido como o deus protetor do teatro.

Mesmo com o advento de outras formas de comunicação e lazer como o cinema, depois a televisão e mais recentemente o DVD e a Internet, o homem ainda continua a se encantar com a magia do espetáculo teatral, que fascina tanto os adultos quanto as crianças.

Elitizado durante muito tempo, o teatro tornou-se privilégio de poucos. Porém, vem nas últimas décadas ganhando espaços alternativos como: galpões, pátios, escolas, ruas e praças. Espalhando-se para os subúrbios e periferias das grandes e médias cidades do Brasil.

O teatro nos bairros não convém apenas como forma de diversão e lazer, mas também convém como elemento aglutinador e como espaço de discussão dos problemas e conquistas da própria comunidade. Daí, a importância de cursos, oficinas e apresentações teatrais para a formação e democratização da cultura, oportunizando a vivência e a reflexão teatral como prática da cidadania.

Assim como Téspis, que arriscou transformar o sagrado em profano, a verdade em faz-de-conta, o ritual em teatro, pela primeira vez, diante de outros, mostrou que poderíamos representar o outro. Democratizar o teatro é quebrar paradigmas, romper barreiras e fazer o inusitado, levando a estas pessoas a arte como forma de diversão e lazer e também de criticas, reflexões e indagações, mostrando ser possível sim, levar o teatro para os bairros distantes da nossa Imperatriz.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Histórias Fabulosas: Contando histórias de forma lúdica







A Cia Ilustre de Teatro apresenta pela primeira vez um espetáculo infanto-juvenil para o público de Imperatriz-Ma. O espetáculo fala de forma lúdica, e com uma linguagem apurada, sobre as condições humanas na atualidade. Temas como desmatamento, preconceitos e proteção dos animais são entrelaçados às fábulas históricas do Esopo. Mas não são homens e mulheres em cena, já que a inspiração são as famosas fábulas de Esopo, os bichos de todas as espécies (sem preconceito) entram em cena e fazem a festa.

Quem foi Esopo ?

Fabulista grego, nascido pelo ano de 620 a. C. Ignora-se o lugar de seu nascimento; alguns dizem ter sido Samos ou Sardes, enquanto Aristófanes o supôs filho de Atenas. Segundo o historiador Heródoto, Esopo teria nascido na Frígia e trabalhava como escravo numa casa. há ainda alguns detalhes atribuídos à biografia de Esopo, cuja veracidade não se pode comprovar: seria corcunda e gago, protegido do rei Creso. Dizem que as fábulas de um Esopo encantaram tanto o seu dono que este o libertou. Dizem que esse Esopo recebeu honrarias e foi recebido em palácios reais. Esopo teria sido condenado à morte depois de uma falsa acusação de sacrilégio, ou talvez porque os habitantes de Delfos estivessem irritados com suas zombarias, ou ainda porque suspeitassem de que Esopo teria a intenção de ficar com o dinheiro que Creso lhes tinha destinado. Esopo não deixou nada escrito: as fábulas que lhe são atribuídas pela tradição foram recolhidas pela primeira vez por Demétrio de Falera, por volta de 325 a.C.
Antes do advento da impressão, as fábulas de Esopo eram ilustradas em louça, em manuscritos e até em tecidos.

Discute-se a sua existência real, assim como acontece com Homero. Levanta-se a possibilidade de sua obra ser uma compilação de fábulas ditadas pela sabedoria popular da antiga Grécia. Seja lá como for, o realmente importante é a imortalidade da obra a ele atribuída.

O seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção de Esopo, em suas fábulas, é mostrar como nós, homens, podemos agir.

As fábulas de Esopo, contadas e readaptadas por seus continuadores, como Fedro, La Fontaine e outros, tornaram-se parte de nossa linguagem diária. "Estão verdes", dizemos quando alguém quer alcançar coisas impossíveis - o que é a expressão que a raposa usou quando não conseguiu as uvas.

Esopo nunca escreveu suas histórias ?

Contava-as para o povo, que por sua vez se encarregou de repeti-las. Mais de duzentos anos depois da morte de Esopo é que as fábulas foram escritas, e se reuniram às de vários Esopos. Em outros países além da Grécia, em outras civilizações, em outras épocas, sempre se inventaram fábulas que permaneceram anônimas.

Quando dizemos, no Brasil: "Macaco velho não mete a mão em cumbuca!", estamos repetindo o ensinamento de uma fábula. Assim, podemos dizer que em toda parte, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, trazida até nós pelos nossos Esopos.


sábado, 29 de maio de 2010

Cia Ilustre e Lena Garcia: PRESENTE NA TERÇA CULTURAL DO BECO DO TEATRO FERREIRA GULLAR



Cia Ilustre reunida
Após assembléia geral da ASSARTI,
ficou deliberado que :
o "Beco" volta mas só às TERÇAS-FEIRAS.
Em uma dessas terças santas das águas de 2010
tivemos a graça de nos embalarmos ao som de Lena Garcia
com seus sempre afinados falsetes,
que em eco...
reverberaram até umas tantas da noite no...
velho beco do Teatro Ferreira Gullar.

Lena Garcia e Denilsom

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Genios são incompreendidos por estarem alguns passos à frente de seus contemporâneos

Nos dizeres de Antonin Artaud, o TEATRO é o lugar privilegiado de uma germinação de formas que refazem o ato criador, formas capazes de dirigir ou derivar forças. O Teatro metafísico, teatro alquímico, teatro da crueldade, são definições que o próprio autor propõe, na tentativa de definir e fazer entender suas propostas. Ele, todavia, não tem em vista fins sociológicos imediatistas, nem propostas político-partidárias.
Sua insanidade não era mística nem gratuita, ele tinha consciência dos problemas frutos da interação social humana e da clara situação de exploração da máquina capitalista invisível à ‘mente nua’.
Em O teatro e seu duplo, Artaud genialmente critica a noção equívoca e deturpada de enxergar a cultura, "Como se de um lado estivesse a cultura e do outro a vida; e como se a verdadeira cultura não fosse um meio refinado de compreender e exercer a vida”. Noção esta que traz o dualismo 'culto' e 'inculto', fruto de ideologias de segregação social e reproduzidas pelas camadas subalternas.

ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. São Paulo, Martins Fontes: 1993.